O meu bichinho morreu. O gato, o Lucky, que nos fez companhia durante quase 16 anos partiu. O sentimento de perda é enorme, faz falta a companhia, os miados, os mimos e as brincadeiras.
Agora é uma casa um pouco mais vazia. Ainda não me habituei a não o ter à entrada para me receber quando chegava a casa, para me saltar para o colo assim que me sentava no sofá, para se aninhar aos pés da cama quando me ia deitar.
Lembro-me de estar com a minha filha a escolher que nome lhe iríamos dar e dado que tinha sido recolhido da rua, achamos por isso que tinha tido sorte e por isso o nome de Lucky. E sim, teve sorte em poder estar junto de uma família que lhe deu não só a comida e o teto de que necessitava mas o carinho que qualquer animal deveria ter.
Por isso, e embora a tristeza da sua partida nos afete, tenho a certeza que foi um gato felizardo em todos os bons anos que tivemos a sua alegre companhia.
