A minha filha já não é criança, nem sequer adolescente, já é uma mulher, embora por vezes ainda imatura. Reconheço nela muitas vezes a rebeldia que eu também tinha na sua idade e alguma intolerância com certas circunstancias da vida. A "certeza" de quem tem todo o saber nos seus pouco mais de vinte anos às vezes magoa.
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